11 de mar. de 2013
10 de mar. de 2013
II RETIRO MISSIONÁRIO DAS SMPs EM CABROBÓ-PE!
A fé tem sua
origem e crescimento da experiência de encontro com Jesus Cristo. Neste intuito,
a Paróquia
Nossa Senhora da Conceição de Cabrobó-PE, realizou, neste domingo, dia
10 de março de 2013, o seu II Retiro Missionário das Santas Missões Populares para uma
paróquia em estado permanente de missão.
Um dia de bênçãos
e graças na vida de cada pessoa de Cabrobó, que esteve participando do retiro.
Forte experiência de oração, vida fraterna, partilha comunitária, colaboração
mútua e vivência eclesial.
A celebração de
abertura nos ajudou a despertar para que a nossa paróquia seja verdadeiramente missionária,
quando vários jovens da paróquia apresentaram uma peça teatral chamada a “Igreja
adormecida”, provocando-nos no sentido de olharmos atentamente, para
descobrirmos quais as situações que clamam uma atitude dos cristãos e cristãs
desta paróquia. Chamou-nos a atenção para que não sejamos uma paróquia
adormecida, surda e cega, aos clamores de tantos irmãos e irmãs.
Vivenciados muitos
momentos de experiência de fé, formação e, ao meio dia a Hora da Graça, com
padre Expedito, da Cidade de Orocó-PE, tivemos na parte da tarde, um resgate
histórico da vida e da caminhada de duas comunidades – uma da cidade e outra da
zona rural – da nossa paróquia.
Por fim, na
celebração da Santa Missa, os missionários e missionárias, renovaram seus
compromissos batismais e assinaram o Termo de Compromisso do Missionário.
Muita festa,
muita reza! É Santa Missão Popular acontecendo em nosso meio! Venha você também,
seja um missionário, uma missionária. É tempo de graça na vida da nossa
paróquia, pode ser tempo de graça também na sua vida, abra seu coração, não
deixe a graça de Deus passar em vão.
Muito obrigado a
todas as comunidades, grupos, pastorais e movimentos que estiveram
participando. Muito obrigado a todas as equipes de trabalho. Que Deus vos abençoe!
Pe. Izidorio Batista
de Alencar
Administrador
Paroquial
8 de mar. de 2013
SANTAS MISSÕES POPULARES - CABROBÓ-PE!
II RETIRO PAROQUIAL - (10-03-2013)
A Paróquia
Nossa Senhora da Conceição, Cidade de Cabrobó-PE, está vivenciando a
grande experiência missionária, por meio da realização dos retiros
missionários. No dia 03 de fevereiro, aconteceu o primeiro, e já quase tudo
pronto para a realização do seu II Retiro Missionário Paroquial, que
acontecerá, no próximo domingo, dia
10 de março de 2013, na quadra da Cohab, ao lado da Escola Ministro
Marcos Freire, das 08h30 da manhã, ás 17h.
Não perca essa
grande experiência de Deus e vivência eclesial da sua fé. Na ocasião, haverá
momentos celebrativos, formação sobre a pessoa e a vocação do discípulo
missionário, ao meio dia hora da graça, com o padre Expedito, da Cidade de
Orocó, Diocese de Petrolina-PE, encerando-se com a Santa Missa e Renovação das
promessas batismais, feita pelos(as) missionários(as).
É a grande festa
do povo de Deus, que celebra sua fé, renova sua esperança e fortalece sua
caminhada, no seguimento de Jesus Cristo, levando a Boa Nova aos irmãos e
irmãs, por meio do anúncio da Palavra. Não esquece, dia 10 de março de 2013, das 08h30 às 17hs, na quadra da
Cohab.
PROJETO MISSIONÁRIO É APRESENTADO NA REUNIÃO DO CLERO!
A pedido do Bispo
Diocesano de Salgueiro, o padre Izidorio Batista de Alencar, coordenador de Pastoral
da Diocese e idealizador do Projeto Missionário, na Paróquia Nossa Senhora da Conceição de Cabrobó-PE, apresentou na
última terça-feira do mês de fevereiro (26-02-2013), por ocasião da reunião
ordinária do clero da diocese, uma reflexão sobre a missão e, tendo por base, o
projeto missionário da paróquia de Cabrobó, onde o mesmo atua como
administrador paroquial.
O intuito do
bispo, Dom Magnus Henrique Lopes, é motivar e sensibilizar o clero da diocese
para a causa da missão. A exposição do padre Izidorio teve como eixo temático a
renovação das paróquias à luz da animação missionária.
O expositor
reconhece múltiplas experiências missionárias existentes na Igreja do Brasil
(missão redentorista, missão dos frades capuchinhos, AMINE, Santas Missões
Populares, etc.) e, destaca que nos últimos tempos, tem sido de grande relevância
na experiência missionária da Igreja as Santas Missões Populares, devido a sua
extraordinária capacidade de trabalhar com os leigos, despertando assim, a
vocação de discípulos missionários de Jesus Cristo, de cada batizado(a).
Afirmou ainda que
a experiência das Santas Missões Populares, com todo seu dinamismo,
infelizmente, em muitas dioceses do Brasil não deu grandes frutos devido à sua
aplicação. Ou seja, foram tomadas como evento, sem uma preocupação de
continuidade, sem um projeto sólido de ação evangelizadora nas dioceses e nas paróquias,
que após a realização das SMP, fosse assumido no dia-a-dia da vida eclesial.
Contudo, não se
pode deixar de apostar nelas, nem mesmo cruzar os braços e permanecer na
mesmice da pastoral de manutenção, presente e levada adiante em muitas
paróquias e dioceses, simplesmente por medo ou comodismo de clérigos ou leigos.
A Igreja, desde a
Conferência de Aparecida e, assumida pelas Diretrizes da Ação Evangelizadora da
Igreja no Brasil, nos convida a ultrapassarmos uma pastoral de mera conservação,
indo ao encontro das pessoas, sendo verdadeiramente uma Igreja em estado
permanente de missão.
É partindo deste
pressuposto que a Paróquia Nossa Senhora da Conceição de Cabrobó-PE, assumiu o
projeto missionário paroquial denominado Santas Missões Populares para uma paróquia em
estado permanente de missão.
O símbolo da
missão paroquial é uma grande cruz e 12 cruzes menores, que percorrerão todas
as comunidades e todos os núcleos de evangelização durante a realização da
missão territorial. Por fim, conclui dizendo “quem iniciar a experiência não
irá se arrepender, pois, renova a vida das pessoas e das comunidades”.
6 de mar. de 2013
ANO DA FÉ II - CRER EM TEMPOS DE CRISE!
No artigo
precedente, tratamos da questão do Ano da Fé e o ato de crer. Na continuidade
de nossa reflexão, agora abordamos a questão do crer em tempos de crise.
Incialmente, deixamos claro que em todos os tempos e lugares, a fé e,
consequentemente, o ato de fé seja ele pessoal ou comunitário, defrontou-se com
dificuldades, prova disso são as próprias formulações de fé ou sínteses
doutrinárias existentes, que chegaram até nós.
Os tempos de
crise, ou segundo as Diretrizes da Ação
Evangelizadora da Igreja no Brasil na continuidade da Conferência de
Aparecida, os “períodos de profundas transformações”, podem nos levar a duas
atitudes, ambas igualmente perigosas: “um
agudo relativismo, próprio de quem, não devidamente enraizado, oscila entre
inúmeras possibilidades oferecidas ou uma
posição fundamentalista, que conduz ao fechamento em determinados aspectos, sem
consideração da pluralidade das vias e, ao mesmo tempo, sem considerar o caráter
histórico da realidade” e do próprio ato de crer, que se expressa num tempo
e sujeito às intempéries da realidade histórica (Cf. DGAE, n. 20).
O momento
presente pode, para alguns, ser visto como um tempo de ameaça à fé, porém, para
outros como uma possibilidade ou uma “ocasião propícia para introduzir o
complexo eclesial inteiro num tempo de particular reflexão e redescoberta da fé”
(Bento XVI, PORTA FIDEI, n. 04).
O tempo atual,
chamado de “mudança de época”, afeta os critérios de compreensão e julgamento,
o valores mais profundos da humanidade a partir dos quais se afirmam
identidades e se estabelecem ações e relações. O que antes era uma certeza, o
momento presente põe em crise.
O ato de fé não é
diferente, antes não muito tempo atrás se acreditava nas verdades e doutrinas
que outros tinham transmitido simplesmente porque tinham aprendido dos
antepassados, por exemplo, batizava se os filhos quando nasciam porque assim os
pais ou avós tinham ensinado. Esta realidade, hoje já não existe mais em muitos
lugares e ambientes, as pessoas precisam encontrar as razões para tanto. Querem
encontrar os valores, a importância e o sentido para justificar suas escolhas,
suas opções. Isso significa dizer, a realidade atual toca na essência de
questões profundas da humanidade, não de menos em questões profundas como a do
ato de crer.
Neste contexto, a
busca de sentido, a dúvida e a procura pelas razões das coisas, da religião,
qual a verdade? Qual a Igreja devo frequentar? Qual a religião devo batizar
meus filhos? Tudo isso levado ao extremo conduz a dois abismos: negação de tudo
e todos (rejeição de qualquer aspecto de vida de fé e religião) ou ao relativismo
(tudo é a mesma coisa, todas falam de Deus. Dá no mesmo).
O Ano da Fé,
neste emblemático momento histórico, porém, apaixonante período que nos cabe
viver e agir quer nos ajudar no sentido de buscarmos compreender os fundamentos
da nossa fé, como “uma autêntica e sincera profissão da mesma fé, que ela seja
confirmada individual e coletivamente, livre e consciente, interior e exterior,
humilde e franca”.
O Ano
da Fé é o grande convite para que toda a Igreja possa tomar “exata consciência
da sua fé para reavivar, purificar, confirmar, confessar, atestando assim que
os conteúdos essenciais da fé, que há séculos constituem o patrimônio de todos
os crentes, necessitam ser confirmados, compreendidos e aprofundados de maneira
sempre nova para se dar testemunho coerente deles em condições históricas
diversas das do passado” (Bento XVI, PORTA
FIDEI, n. 04). Até breve!!
4 de mar. de 2013
II RETIRO MISSIONÁRIO EM CABROBÓ-PE
No dia 03 de fevereiro último, tivemos nosso primeiro retiro missionário da Paróquia Nossa Senhora da Conceição, Cabrobó-PE. Estamos agora, nesta semana, nos preparando já para o II Retiro Missionário, que será realizado no dia 10 de março de 2013, na Quadra da Cohab, próxima a Escola Estadual Ministro Marcos Freire.
Convocamos todas as comunidades, Pastorais e Movimentos da Paróquia, bem como todos os homens e mulheres para se fazerem presentes, neste grande momento de preparação do nosso projeto missionário.
O primeiro retiro foi muito bom e o segundo será melhor ainda, portanto, não perca. Traga sua família, motive e organize sua caravana!
23 de fev. de 2013
ANO DA FÉ I - O QUE É CRER?
No íntimo do ser humano, no mais profundo do seu ser, no âmago da vida e
da morte, no mundo e na história, existe uma fome profunda e angustiante há
dilacerar o coração da humanidade. A estes corações angustiados e sedentos,
dedicaremos uma série de artigos que passaremos a produzir a partir de agora
(Tempo da Quaresma) sobre o Ano da Fé.
Esta fome profunda, ninguém e, nada deste mundo poderá preencher e saciar: é a fome e a sede, do vazio do coração humano, que somente o peregrino de Nazaré - Jesus Cristo - poderá saciar.
Os homens e as mulheres de todos os tempos se perguntam: para que viver? Para que amar? Para que morrer? Que sentido tem o mundo com tantas
lutas e guerras?
Olhando ao
nosso redor, encontramos homens e mulheres, que interpelam-nos a respeito do
sentido último das coisas, em particular,
a respeito de Deus e da plausibilidade da religião.
Uma parcela da
sociedade vive entregue às vaidades e às futilidades da vida do tempo presente,
no ter e no poder: trabalhar e trabalhar,
consumir e conquistar posição e projeção sociais.
Outra parcela,
não de menor proporção, busca desenfreadamente um sentido para a vida entregando-se
a qualquer forma de vida e experiência religiosa: busca de sentido, carência do divino, carência de um sentido profundo
para a vida.
Não sem razão, outro
grupo de pessoas, nominalmente, um grupo não muito pequeno ainda, porém, de
convicção não muito numeroso, entrega-se no serviço simples e humilde, na
vivência da Palavra de Deus e no compromisso com o Reino de Deus. Vive
profundamente sua fé, no seguimento de Jesus e no testemunho profético, segundo
aquilo que crer e experimenta, a partir do encontro com o Crucificado
Ressuscitado.
O que é crer? Em que ou em Quem eu tenho fé, ou
melhor, eu creio?
Muitos,
principalmente, os jovens se perguntam cada dia mais: qual é o núcleo irredutível da fé? Qual é a Boa Nova que deve ser vivida? A Boa Nova a proclamar aos
homens e mulheres de hoje?
Quando falamos
ao homem ou à mulher de hoje, queremos dizer que “a fé se exprime em fórmulas
vinculadas à cultura de uma época” (Matagrin). Mesmo sendo verdades imutáveis,
Relevadas por Deus e, continuamente, guardadas e transmitidas pela Igreja, na
assistência do Espírito Santo, elas têm suas formulações dentro da cultura de
uma época.
Dito isso, uma
formulação de fé herdada do passado pode não ser acessível ao homem e à mulher
do século XXI. Isto não quer dizer que a verdade tenha se transformado e não
seja mais digna de credibilidade, porém, que a sua linguagem pode não ser compreendida
à geração de hoje.
Eis, pois,
nosso desafio! O Ano da Fé deverá ser este tempo oportuno para renovarmos nossa
vida da fé e, ao mesmo tempo, reinterpretar, expor de novo a fé eterna com as
imagens e a linguagem familiar ao nosso tempo, que passa velozmente, isto é, ao
homem pós-moderno.
A exortação segue sendo a mesma, que a "fé não pode mais ser considerada como um pressuposto óbvio da vida diária. Ora, tal pressuposto não só deixou de existir, mas frequentemente acaba até negado. No passado, era possível reconhecer um tecido cultural unitário, amplamente compartilhado no seu apelo aos conteúdos da fé e aos valores por ela inspirados, hoje parace que já não é assim em grandes setores da sociedade devido a uma profunda crise de fé que atingiu muitas pessoas" (Bento XVI, Porta Fidei,n.02).
Nesta mesma linha Karl Rahner, por ocasião do Ano da Fé, em 1967,
afirmou: Que os pregadores do Evangelho se esforcem por proclamar a velha fé
ortodoxa de tal forma que seja realmente compreendida pelo homem de hoje. Que
pensem, quando pregam, não nos piedosos – ou que se consideram tais – sentados embaixo
do púlpito, mas naqueles que ali não se encontram: os hesitantes, os incrédulos
e ateus: naqueles que o são e naqueles que se julgam sê-lo.
Crer é ter a certeza da presença do Alguém. É esperar mesmo diante, das
provas que o mundo lhe impõe e, ao mesmo tempo, tornar esta esperança credível
ao mundo e as outras pessoas. Até breve!!
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