11 de mar. de 2013

II RETIRO MISSIONÁRIO PAROQUIAL

              As caravans das comunidades rurais chegando à quadra de esportes, onde aconteceu o II Retiro Missionário. Entusiasmo e força de vontade é o que não falta para esse povo. Que maravilha, que testemunho e boa vontade de participar, nem a distância, nem os desafios da viagem num pau de arara, são obstáculos para os missionários(as). 
Os missionários são animados ao som da viola!
         Iniciando o II Retiro, membros da Secretaria Executiva da Missão, conduzem a Celebração de Abertura. Profundamente, enraizada na Palavra de Deus, retirada do Livro do Apocalípse, a celebração levou os missionários e refletirem sobre a ação da Igreja frente aos clamores da humanidade.
       A Igreja no Continente Latino-Americano clama por missão; a Igreja no Brasil clama por missão, a nossa paróquia clama por missão. Ouvimos esse clamor ou somos uma Igreja adormecida?
                    No ano da Campanha da Fraternidade sobre a Juventude e no ano da Jornada Mundial da juventude no Brasil, os jovens ajudaram na compreensão da palavra anunciada, no sentido de provocarem alguns gritos ou clamores feitos à Igreja. A jovem deitada no chão é a "Igreja adormecida", que não escuta e que não dá atenção aos clamores da humanidade.
        Nada, nem ninguém lhe toca, lhe acorda. Ela permanece "morta", "adormecida". Será que muitas vezes esta igreja adormecida não somos nós cristãos católicos, quando permanecemos indiferentes, alheios ao problemas da vida humana e da vida da natureza? Muitas vezes fechados em nossos grupos e pastorais e, com pouco ou quase nada de espírito missionário, sempre na mesmice, na alegação: sempre foi assim, o povo não quer...

        O Documento de Aparecida chama isso de pastoral de manutenção, a qual necessita de uma profunda conversão pessoal e pastoral.
                Na ciranda da vida, os missionários cantam e dançam celebrando o Deus que anima a vida e a caminhada, mesmo diante de tantos desafios e problemas.
  

                 A Alegria de ser discípulo missionário de Jesus Cristo, faz o missionário vibrar de alegria na força do Espírito Santo, que lhe chamou pelo Batismo, ungiu e prepara para enviar em missão. Na festa e na dança; no cirandar da vida, convida a todos para entrar na roda da história e da caminhada, saíndo do anonimato e da indiferença para ser agente de transformação e protagonista de uma nova sociedade.
          Na parte da tarde, domingo, 10 de março de 2013, duas comunidades da paróquia apresentaram sua história, sendo uma delas a Comunidade Quilombola de Jatobá II e a outra a comunidade Santo Antonio, no bairro da Temperatura, zona urbana da paróquia.
         O momento ápice de todo este dia de vivência e animação missionária, foi encerrado com a celebração da Santa Missa. partilhamos a vida e a caminhada, nossa história, agora partilhamos a Palavra e a Eucaristia.
 
        O segundo retiro, trabalha a convicção e, nesta mesma ocasião, os missionários renovaram os compromissos batismais. E, ao mesmo tempo, fizeram a sua profissão de fé e assinam o Termo de Compromisso do Missionário.
         Na próxima fase, trabalharemos a formação e apresentação do material do missionário, estudando o Manual do Missionário. Esta etapa seguinte, será feita em grupos menores e, portanto, será de formação por Núcleos de Evangelização, sendo que a paróquia está organizada em XI Núcleos (setores missionários).   


Na celebração da Santa Missa, a Comunidade Quilombola do Jatobá II, fez a apresentação do ofertório vivo, ofertando os frutos do trabalho artesanal, produzido pela própria comunidade.

10 de mar. de 2013

II RETIRO MISSIONÁRIO DAS SMPs EM CABROBÓ-PE!

           A fé tem sua origem e crescimento da experiência de encontro com Jesus Cristo. Neste intuito, a Paróquia Nossa Senhora da Conceição de Cabrobó-PE, realizou, neste domingo, dia 10 de março de 2013, o seu II Retiro Missionário das Santas Missões Populares para uma paróquia em estado permanente de missão.
Um dia de bênçãos e graças na vida de cada pessoa de Cabrobó, que esteve participando do retiro. Forte experiência de oração, vida fraterna, partilha comunitária, colaboração mútua e vivência eclesial.
A celebração de abertura nos ajudou a despertar para que a nossa paróquia seja verdadeiramente missionária, quando vários jovens da paróquia apresentaram uma peça teatral chamada a “Igreja adormecida”, provocando-nos no sentido de olharmos atentamente, para descobrirmos quais as situações que clamam uma atitude dos cristãos e cristãs desta paróquia. Chamou-nos a atenção para que não sejamos uma paróquia adormecida, surda e cega, aos clamores de tantos irmãos e irmãs.
Vivenciados muitos momentos de experiência de fé, formação e, ao meio dia a Hora da Graça, com padre Expedito, da Cidade de Orocó-PE, tivemos na parte da tarde, um resgate histórico da vida e da caminhada de duas comunidades – uma da cidade e outra da zona rural – da nossa paróquia.
Por fim, na celebração da Santa Missa, os missionários e missionárias, renovaram seus compromissos batismais e assinaram o Termo de Compromisso do Missionário.
Muita festa, muita reza! É Santa Missão Popular acontecendo em nosso meio! Venha você também, seja um missionário, uma missionária. É tempo de graça na vida da nossa paróquia, pode ser tempo de graça também na sua vida, abra seu coração, não deixe a graça de Deus passar em vão.
Muito obrigado a todas as comunidades, grupos, pastorais e movimentos que estiveram participando. Muito obrigado a todas as equipes de trabalho. Que Deus vos abençoe!

Pe. Izidorio Batista de Alencar
Administrador Paroquial

8 de mar. de 2013

SANTAS MISSÕES POPULARES - CABROBÓ-PE!

II RETIRO PAROQUIAL - (10-03-2013)
 
A Paróquia Nossa Senhora da Conceição, Cidade de Cabrobó-PE, está vivenciando a grande experiência missionária, por meio da realização dos retiros missionários. No dia 03 de fevereiro, aconteceu o primeiro, e já quase tudo pronto para a realização do seu II Retiro Missionário Paroquial, que acontecerá, no próximo domingo, dia 10 de março de 2013, na quadra da Cohab, ao lado da Escola Ministro Marcos Freire, das 08h30 da manhã, ás 17h.
Não perca essa grande experiência de Deus e vivência eclesial da sua fé. Na ocasião, haverá momentos celebrativos, formação sobre a pessoa e a vocação do discípulo missionário, ao meio dia hora da graça, com o padre Expedito, da Cidade de Orocó, Diocese de Petrolina-PE, encerando-se com a Santa Missa e Renovação das promessas batismais, feita pelos(as) missionários(as).
É a grande festa do povo de Deus, que celebra sua fé, renova sua esperança e fortalece sua caminhada, no seguimento de Jesus Cristo, levando a Boa Nova aos irmãos e irmãs, por meio do anúncio da Palavra. Não esquece, dia 10 de março de 2013, das 08h30 às 17hs, na quadra da Cohab.

PROJETO MISSIONÁRIO É APRESENTADO NA REUNIÃO DO CLERO!

                  A pedido do Bispo Diocesano de Salgueiro, o padre Izidorio Batista de Alencar, coordenador de Pastoral da Diocese e idealizador do Projeto Missionário, na Paróquia Nossa Senhora da Conceição de Cabrobó-PE, apresentou na última terça-feira do mês de fevereiro (26-02-2013), por ocasião da reunião ordinária do clero da diocese, uma reflexão sobre a missão e, tendo por base, o projeto missionário da paróquia de Cabrobó, onde o mesmo atua como administrador paroquial.
O intuito do bispo, Dom Magnus Henrique Lopes, é motivar e sensibilizar o clero da diocese para a causa da missão. A exposição do padre Izidorio teve como eixo temático a renovação das paróquias à luz da animação missionária.
O expositor reconhece múltiplas experiências missionárias existentes na Igreja do Brasil (missão redentorista, missão dos frades capuchinhos, AMINE, Santas Missões Populares, etc.) e, destaca que nos últimos tempos, tem sido de grande relevância na experiência missionária da Igreja as Santas Missões Populares, devido a sua extraordinária capacidade de trabalhar com os leigos, despertando assim, a vocação de discípulos missionários de Jesus Cristo, de cada batizado(a).
Afirmou ainda que a experiência das Santas Missões Populares, com todo seu dinamismo, infelizmente, em muitas dioceses do Brasil não deu grandes frutos devido à sua aplicação. Ou seja, foram tomadas como evento, sem uma preocupação de continuidade, sem um projeto sólido de ação evangelizadora nas dioceses e nas paróquias, que após a realização das SMP, fosse assumido no dia-a-dia da vida eclesial.
Contudo, não se pode deixar de apostar nelas, nem mesmo cruzar os braços e permanecer na mesmice da pastoral de manutenção, presente e levada adiante em muitas paróquias e dioceses, simplesmente por medo ou comodismo de clérigos ou leigos.
A Igreja, desde a Conferência de Aparecida e, assumida pelas Diretrizes da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil, nos convida a ultrapassarmos uma pastoral de mera conservação, indo ao encontro das pessoas, sendo verdadeiramente uma Igreja em estado permanente de missão.
É partindo deste pressuposto que a Paróquia Nossa Senhora da Conceição de Cabrobó-PE, assumiu o projeto missionário paroquial denominado Santas Missões Populares para uma paróquia em estado permanente de missão.
A meta do projeto é colocar a paróquia em estado permanente de missão, tendo como instrumento de animação, mobilização e formação missionária a pedagogia das Santas Missões Populares. Incluindo três grandes retiros, com os missionários(as), formação nos Núcleos de Evangelização, sendo que a paróquia está dividida em 12 núcleos (setores); renovação das promessas batismais; assinatura do termo de compromisso e grande celebração de envio dos(as) missionários(as).
O símbolo da missão paroquial é uma grande cruz e 12 cruzes menores, que percorrerão todas as comunidades e todos os núcleos de evangelização durante a realização da missão territorial. Por fim, conclui dizendo “quem iniciar a experiência não irá se arrepender, pois, renova a vida das pessoas e das comunidades”.
 

6 de mar. de 2013

ANO DA FÉ II - CRER EM TEMPOS DE CRISE!

No artigo precedente, tratamos da questão do Ano da Fé e o ato de crer. Na continuidade de nossa reflexão, agora abordamos a questão do crer em tempos de crise. Incialmente, deixamos claro que em todos os tempos e lugares, a fé e, consequentemente, o ato de fé seja ele pessoal ou comunitário, defrontou-se com dificuldades, prova disso são as próprias formulações de fé ou sínteses doutrinárias existentes, que chegaram até nós.
Os tempos de crise, ou segundo as Diretrizes da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil na continuidade da Conferência de Aparecida, os “períodos de profundas transformações”, podem nos levar a duas atitudes, ambas igualmente perigosas: “um agudo relativismo, próprio de quem, não devidamente enraizado, oscila entre inúmeras possibilidades oferecidas ou uma posição fundamentalista, que conduz ao fechamento em determinados aspectos, sem consideração da pluralidade das vias e, ao mesmo tempo, sem considerar o caráter histórico da realidade” e do próprio ato de crer, que se expressa num tempo e sujeito às intempéries da realidade histórica (Cf. DGAE, n. 20).
O momento presente pode, para alguns, ser visto como um tempo de ameaça à fé, porém, para outros como uma possibilidade ou uma “ocasião propícia para introduzir o complexo eclesial inteiro num tempo de particular reflexão e redescoberta da fé” (Bento XVI, PORTA FIDEI, n. 04).
O tempo atual, chamado de “mudança de época”, afeta os critérios de compreensão e julgamento, o valores mais profundos da humanidade a partir dos quais se afirmam identidades e se estabelecem ações e relações. O que antes era uma certeza, o momento presente põe em crise.
O ato de fé não é diferente, antes não muito tempo atrás se acreditava nas verdades e doutrinas que outros tinham transmitido simplesmente porque tinham aprendido dos antepassados, por exemplo, batizava se os filhos quando nasciam porque assim os pais ou avós tinham ensinado. Esta realidade, hoje já não existe mais em muitos lugares e ambientes, as pessoas precisam encontrar as razões para tanto. Querem encontrar os valores, a importância e o sentido para justificar suas escolhas, suas opções. Isso significa dizer, a realidade atual toca na essência de questões profundas da humanidade, não de menos em questões profundas como a do ato de crer.
Neste contexto, a busca de sentido, a dúvida e a procura pelas razões das coisas, da religião, qual a verdade? Qual a Igreja devo frequentar? Qual a religião devo batizar meus filhos? Tudo isso levado ao extremo conduz a dois abismos: negação de tudo e todos (rejeição de qualquer aspecto de vida de fé e religião) ou ao relativismo (tudo é a mesma coisa, todas falam de Deus. Dá no mesmo).
O Ano da Fé, neste emblemático momento histórico, porém, apaixonante período que nos cabe viver e agir quer nos ajudar no sentido de buscarmos compreender os fundamentos da nossa fé, como “uma autêntica e sincera profissão da mesma fé, que ela seja confirmada individual e coletivamente, livre e consciente, interior e exterior, humilde e franca”.
O Ano da Fé é o grande convite para que toda a Igreja possa tomar “exata consciência da sua fé para reavivar, purificar, confirmar, confessar, atestando assim que os conteúdos essenciais da fé, que há séculos constituem o patrimônio de todos os crentes, necessitam ser confirmados, compreendidos e aprofundados de maneira sempre nova para se dar testemunho coerente deles em condições históricas diversas das do passado” (Bento XVI, PORTA FIDEI, n. 04). Até breve!!

4 de mar. de 2013

II RETIRO MISSIONÁRIO EM CABROBÓ-PE


            No dia 03 de fevereiro último, tivemos nosso primeiro retiro missionário da Paróquia Nossa Senhora da Conceição, Cabrobó-PE. Estamos agora, nesta semana, nos preparando já para o II Retiro Missionário, que será realizado no dia 10 de março de 2013, na Quadra da Cohab, próxima a Escola Estadual Ministro Marcos Freire.
         Convocamos todas as comunidades, Pastorais e Movimentos da Paróquia, bem como todos os homens e mulheres para se fazerem presentes, neste grande momento de preparação do nosso projeto missionário.
           O primeiro retiro foi muito bom e o segundo será melhor ainda, portanto, não perca. Traga sua família, motive e organize sua caravana!

23 de fev. de 2013

ANO DA FÉ I - O QUE É CRER?

            No íntimo do ser humano, no mais profundo do seu ser, no âmago da vida e da morte, no mundo e na história, existe uma fome profunda e angustiante há dilacerar o coração da humanidade. A estes corações angustiados e sedentos, dedicaremos uma série de artigos que passaremos a produzir a partir de agora (Tempo da Quaresma) sobre o Ano da Fé.
           Esta fome profunda, ninguém e, nada deste mundo poderá preencher e saciar: é a fome e a sede, do vazio do coração humano, que somente o peregrino de Nazaré - Jesus Cristo - poderá saciar.
Os homens e as mulheres de todos os tempos se perguntam: para que viver? Para que amar? Para que morrer? Que sentido tem o mundo com tantas lutas e guerras?
Olhando ao nosso redor, encontramos homens e mulheres, que interpelam-nos a respeito do sentido último das coisas, em particular,  a respeito de Deus e da plausibilidade da religião.
Uma parcela da sociedade vive entregue às vaidades e às futilidades da vida do tempo presente, no ter e no poder: trabalhar e trabalhar, consumir e conquistar posição e projeção sociais.
Outra parcela, não de menor proporção, busca desenfreadamente um sentido para a vida entregando-se a qualquer forma de vida e experiência religiosa: busca de sentido, carência do divino, carência de um sentido profundo para a vida.
Não sem razão, outro grupo de pessoas, nominalmente, um grupo não muito pequeno ainda, porém, de convicção não muito numeroso, entrega-se no serviço simples e humilde, na vivência da Palavra de Deus e no compromisso com o Reino de Deus. Vive profundamente sua fé, no seguimento de Jesus e no testemunho profético, segundo aquilo que crer e experimenta, a partir do encontro com o Crucificado Ressuscitado.
O que é crer? Em que ou em Quem eu tenho fé, ou melhor, eu creio?
Muitos, principalmente, os jovens se perguntam cada dia mais: qual é o núcleo irredutível da fé? Qual é a Boa Nova que deve ser vivida? A Boa Nova a proclamar aos homens e mulheres de hoje?
Quando falamos ao homem ou à mulher de hoje, queremos dizer que “a fé se exprime em fórmulas vinculadas à cultura de uma época” (Matagrin). Mesmo sendo verdades imutáveis, Relevadas por Deus e, continuamente, guardadas e transmitidas pela Igreja, na assistência do Espírito Santo, elas têm suas formulações dentro da cultura de uma época.
Dito isso, uma formulação de fé herdada do passado pode não ser acessível ao homem e à mulher do século XXI. Isto não quer dizer que a verdade tenha se transformado e não seja mais digna de credibilidade, porém, que a sua linguagem pode não ser compreendida à geração de hoje.
Eis, pois, nosso desafio! O Ano da Fé deverá ser este tempo oportuno para renovarmos nossa vida da fé e, ao mesmo tempo, reinterpretar, expor de novo a fé eterna com as imagens e a linguagem familiar ao nosso tempo, que passa velozmente, isto é, ao homem pós-moderno.
A exortação segue sendo a mesma, que a "fé não pode mais ser considerada como um pressuposto óbvio da vida diária. Ora, tal pressuposto não só deixou de existir, mas frequentemente acaba até negado. No passado, era possível reconhecer um tecido cultural unitário, amplamente compartilhado no seu apelo aos conteúdos da fé e aos valores por ela inspirados, hoje parace que já não é assim em grandes setores da sociedade devido a uma profunda crise de fé que atingiu muitas pessoas" (Bento XVI, Porta Fidei,n.02).
Nesta mesma linha Karl Rahner, por ocasião do Ano da Fé, em 1967, afirmou: Que os pregadores do Evangelho se esforcem por proclamar a velha fé ortodoxa de tal forma que seja realmente compreendida pelo homem de hoje. Que pensem, quando pregam, não nos piedosos – ou que se consideram tais – sentados embaixo do púlpito, mas naqueles que ali não se encontram: os hesitantes, os incrédulos e ateus: naqueles que o são e naqueles que se julgam sê-lo.
Crer é ter a certeza da presença do Alguém. É esperar mesmo diante, das provas que o mundo lhe impõe e, ao mesmo tempo, tornar esta esperança credível ao mundo e as outras pessoas. Até breve!!